21.2.08

Parecidos?! Nunca! =P




Desocupado na net dá nisso né, esses negócios de semelhança acho que são muito nada a ver né... E eu ainda por cima não conhecia alguns que apareceram então lá vem busca no google...
Ah, aquele ali, o tal de Jay Chou, é um cantor taiwanes (!!) é um tipo de justin timberlake do oriente (!!) tá bom né? Já aproveitei e ouvi umas músicas dele também e se encaixa muito bem nesse lance pop que arrasta multidões...
O próximo é esse Rajiv Gandhi, pô, o cara era primeiro ministro lá da India, lá pros anos de 1980 e morreu num atentado (¬¬, é até normal falar isso deles né..).
Depois vem Elena Dementieva (nossa, nada a ver comigo, esse 'heritage' viaja mesmo), ela é uma tenista russa =P. Nem precisa dizer mais né...
Seguindo a lista, temos Ashton Kutcher e Chad Michael Murray (hahahaha esse 'heritage' ta tirando com a minha cara! xD) dois atores né, e até que bem conhecidos. Até que sou bastante fã do ashton mas esse chad eu só conheço 'one tree hill' então nem posso falar muito... (novamente, o 'heritage' viajou legal!)
Mais adiante, Sofia Vergara, atriz colobiana, bonita pra caralho, nem preciso dizer mais né... vai no google e procura fotos dela. =P
Depois tem um dos invencíveis e incansáveis atores de filmes de ação, Dolph Lundgren (hahaha q
piada esse site! xD) pô, assisti muito filme dele já. Mas não pareço com ele nem naquelas cenas em que ele está todo estropiado e à beira da morte! xD
E por último, mas nâo menos importante, está
George Harrison (é, o site pegou pesado!), grande beatle, também nem tem o que dizer...
Bom, pra quem quiser rir com essas coisas é só ir la nesse site então... (www.myheritage.com)
Porque só pra rir mesmo... Se você pensa que vai realmente encontrar alguma 'celebridade' parecida com você, acho que está um 'pouco' enganado.. xD

Fim De Tarde E Recomeço De Tudo

6 horas da tarde, olho pela janela. O céu já meio escuro por causa das constantes chuvas e lá embaixo as ruas do centro da cidade são marcadas pelo barulho de carros e ônibus que voltam depois de mais um dia de trabalho.
Não sei, a maioria das pessoas acha isso estressante. Mas como não cresci rodeado por isso, todo esse barulho acaba por ser apenas isso, somente mais um barulho.
E acho até estranho que isso não me estressa. =p Não, já teve vezes que parei e fiquei olhando pro movimento lá embaixo, só ouvindo os veículos indo de um lado para o outro.
Acho legal poder observar esse movimento todo, ver que tem gente correndo de um lado pro outro ao mesmo tempo que você também está correndo, ou pior, quando você está parado...
Bom, o re-começo das aulas e de todo o resto está chegando e esses momentos sempre me deixam nostálgico e de certo modo, deprimido.
Mas o que fazer certo? Errado.
Dá pra fazer muita coisa e uma delas é deixar de se preocupar por tudo. Já que vai 'recomeçar', dá pra colocar tudo em branco, como se você ganhasse uma nova folha de papel, e pra quem gosta de escrever, ou desenhar, o que seja, essa simples folha de papel pode valer muita coisa.
É isso ae, re-começo da vida agitada xD e conseqüentemente as postagens aqui irão rarear um pouco mas nada que se diga "Oohh!"...
De vez em quando, com certeza, eu vo aparecer. xD
tudo mesmo, nada melhor que dosar tudo que fizemos no ano passado e tentar não cometer os mesmos erros, insistir naquilo que fizemos de bom e inovar em todo o resto que nunca tentamos, afinal: quem não tenta, não sai do lugar!

20.2.08

A Notícia

*Eu mesmo escrevi, não plagiem!! Direitos autorais!! xD*


Ivy ainda estava na sala de sua casa. Adormecera no sofá sem perceber, de tão cansada que estava do dia anterior. Assim que acordou, se levantou de um salto e abriu as cortinas da janela, deixando luz do dia entrar. Correu então para a mesa e pegou um pequeno bilhete, deixado ali, por ela mesma, na noite anterior.

“É horrível”, pensou ela desesperada ao lê-lo, como se esperasse que durante a noite o bilhete tivesse mudado.

Um telefone tocou no aposento ao lado e impediu-a de continuar com seus pensamentos sombrios. Dirigiu-se então até a outra sala e rapidamente atendeu a ligação. Ligação a cobrar. Nas atuais circunstâncias, ela decidiu atender.

– Alô? Ivy?

– Matt? É você? – perguntou ela com a voz já alterada.

– Sim, sim... sou eu. – respondeu ele sem animação – Já soube o que aconteceu?

Ivy tremeu antes de responder. Sentou-se numa cadeira, mas mesmo assim permanecera em silêncio.

– Ivy? – insistiu o outro – Ainda está aí?

– Estou. – respondeu ela distraída – Eu...

– Você já soube?? – repetiu ele.

– Eu... Já soube de Luke. Fui com ele até o aeroporto.

– Luke? – espantou-se ele – Pra onde ele foi?

– Voltou para a França. – disse ela confusa e claramente abalada – Não era disso que estava falando?

– Não! Ivy, Julie está morta.

Ivy não soube por quanto tempo demorou para responder, para simplesmente dizer algo. Ficara em choque e não era para menos. Três mortes haviam abalado sua vida nos últimos três meses e Ivy sentia que isso ainda não estava nem perto do fim.

Ela se recostou na cadeira e se lembrou do primeiro dia em que se encontrara com Julie, a mestra que lhe guiaria naquela misteriosa e excitante vida dentro da Irmandade.

Fora numa biblioteca. Julie, com apenas alguns anos a mais que ela, parecia muito mais esperta e experiente ao lhe explicar sobre a Irmandade. Sentadas num canto da biblioteca, um caderno e um livro antigo sobre a mesa, Julie mostrou os primeiros passos que Ivy deveria percorrer. No começo, tudo pareceu irreal, uma fantasia adolescente idiota, mas que Julie a fez pelo menos tentar acreditar e depois...

– Ivy! Ivy! Você está aí? – gritava Matt do outro lado da linha – Você está bem?

– Eu... sim, sim... – balbuciou ela vagarosamente – Onde... onde você está, Matt?

– Estou indo pra Londres, Ivy... Posso ir até sua casa quando chegar? Precisamos... precisamos conversar sobre isso.

– Ah, sim... – Ivy sentiu-se levemente desconfiada, porém, aceitou – Ok, Matt... Você vem sozinho?

– Isso, Ivy, e... – ele ficou embaraçado – Tome cuidado, ok?

– Ok...

Ivy desligou e voltou a pensar no que estava havendo. Julie morta, assim como os outros? Como isso era possível?

Ela voltou para a outra sala e arrumou os papéis sobre a mesa. Empilhou-as em um canto e então pegou o bilhete e encarou-o novamente:

“Lindsay desapareceu. Ainda estou investigando.

Tome cuidado,

Fergus”

“Tome cuidado”, repetiu ela consigo mesmo. Se ao menos soubesse com o que deveria se preocupar, ela se sentiria mais segura, mas não... Não havia dicas, não era um treinamento, nem uma brincadeira. Era a realidade. A mais pura e cruel realidade, na qual a morte não espera e não tem piedade, e pior, ataca pelas costas.

Sua vida possivelmente estava em risco e a morte de Julie só havia confirmado essa sua idéia. Já havia passado da hora de agir, agora seria uma corrida contra o tempo.

17.2.08

A Irmandade

*Eu mesmo escrevi, não plagiem!! Direitos autorais!! xD*

A rua da igreja estava em silêncio. Nem mesmo os costumeiros cães que viviam na rua estavam latindo e nenhum mendigo resmungava, bêbado, deitado pela calçada, como sempre ocorria nas outras noites. Não, hoje estava diferente.

Um vulto então saiu entre as sombras por uma porta discreta, do lado direito da rua. Fechou-a sem fazer barulho e voltou-se para um dos lados do caminho. A luz do poste mais próximo iluminou, precariamente, o rosto de um jovem, talvez ainda adolescente, ou que ainda trouxesse traços dessa época em suas faces.

Rapidamente, porém em silêncio, ele seguiu pela rua acima, sem olhar para os lados, nem para trás. Caminhando com a cabeça baixa e à passos largos, com determinação pela rua escura. Apenas alguns postes iluminavam o caminho do rapaz e na maioria deles uma nuvem de insetos rodopiava incessantemente.

Fazia frio, e por essa razão ele estava com um pesado casaco que o deixava com um aspecto bem maior. Depois de andar por alguns minutos, a rua terminou numa pequena praça com um parquinho infantil em vias da destruição. Os brinquedos avariados, e em grande parte se enferrujando, dividiam espaço com a vegetação cada vez maior. Em um canto, apenas um dos quatro balanços ainda restava, sobrevivente ao passar do tempo.

O rapaz parou e encarou a praça, como se relembrasse de algo que havia ocorrido naquele lugar há muito tempo em sua vida. Há muito tempo, como se fosse em uma outra vida.

Ele olhou para o balanço que ainda restava, parado no ar, e então ajeitou seu boné. Com um pouco menos de pressa, ele caminhou até o balanço e se sentou nele. As correntes reclamaram num leve som de ferro a ponto de se partir, mas ele permaneceu ali.

Um vento gelado uivou pela praça e fez as correntes dos demais bancos tilintarem, ressoando uma marcha agourenta e arrepiante, exatamente como aquelas histórias de fantasmas presos por correntes. O rapaz, porém, não se assustou, nem sequer se moveu. Permaneceu ali, sentado, olhando para o nada, olhando para o parquinho.

Algum tempo depois, ele olhou para o relógio em seu pulso e pareceu se dar conta de que ficara ali mais tempo do que deveria. Ele se levantou e deixou o balanço se movendo, sozinho e vagarosamente. Ele suspirou e olhou novamente pela praça. E então viu algo que não percebera na hora que chegara: uma pequena caixa marrom estava sob um dos bancos da praça.

Ele avançou até o banco e pegou-a, era uma caixa comum de madeira. Ele a abriu e viu um envelope com os seguintes dizeres: “Para Aqueles Que Se Importam”. O rapaz sentou-se no banco e deixou a caixa no banco, voltando suas atenções para o envelope.

Rasgou-o com violência devido à ansiedade e pressa e logo tirou uma carta. Era uma folha colorida de caderno infantil, decorada com pequenos desenhos do Mickey em suas bordas. Palavras rapidamente escritas estavam gravadas em tinta vermelha numa caligrafia que logo foi reconhecida pelo rapaz. Ele estendeu a carta e então começou a lê-la:

“Aos que viverão o futuro,

Estendo à todos que lerem essa carta um vasto sentimento de coragem, compaixão, poder, humildade e comprometimento.

Caso essa carta seja lida por alguém, significa que falhei e estou morta. Significa que tudo em que eu mais prezava na vida foi destruído e que tudo pelo qual lutei, foi em vão. Mas isso não significa que tudo em que acreditei tenha sido esquecido e muito menos deixado de lado.

Entrego à vocês um problema que me destruiu e que irá lhes destruir caso não o resolvam, um problema que surgiu, cresceu e se armou entre nós. E que deve findar por nossa responsabilidade. Pela responsabilidade da Irmandade.

O início do caminho está num coelho, que os guiará assim como guiou Alice certa vez, mas ele não poderá resolver o problema, pois ele não é, nunca foi e nunca será um de nós. Depois de entendê-lo, busquem as palavras, encontrem as chagas e então cauterizem as feridas. E não sejam marcadas. Só assim riscarão a ameaça que me dizimou e espreita a destruição de vocês.

Que a sorte vos acompanhe, até o fim;

J. Carrow”

O rapaz terminou de ler e fechou a carta novamente. Uma lágrima escorreu por seu rosto e ele amassou a carta num dos bolsos.

Dentro da caixa, ele então percebeu mais outra coisa: uma foto. E lá estavam ele e a Irmandade, e ao fundo a primeira formação da Irmandade. Quinze vidas unidas e separadas pela Irmandade e tudo o que ela trouxe.

Ele respirou fundo e guardou a foto também no bolso. Enxugou seu rosto e se levantou. Agora tinha que encontrar o início do caminho.

11.2.08

A Diferença Que Faz A Diferença

Todo mundo é igual, ou seja, é diferente. Normal, não? É, eu encaro que sim.
Mas outro dia estava eu pensando em algo que me disseram: "Existem dois tipos de pessoas, aquelas que vivem a vida e aquelas que interpretam a vida". E aquilo meio que perturbou (no bom sentido! =]) minha mente.
Não sei quanto aos critérios específicos utilizados nessa classificação, mas acho que me encaixo no segundo grupo. Não posso citar vantagens e muito menos desvantagens dessa característica, esse costume (ou talvez vício) de ficar esmiuçando e tentando refletir sobre tudo que vêm por aí.
É algo que não consigo evitar. Pensar demais faz mal, pelo menos pra mim.
Quanto às pessoas do primeiro grupo, a história é outra.
Eles sabem aproveitar o momento, o presente. Viver despreocupadamente, e ainda por cima, conseguem visualizar (mesmo que precariamente) um bom futuro lá na frente.
Acho que alguns do segundo grupo são até obcecados por essa idéia de futuro (pelo menos eu sou) mas isso não significa que eles tenham em mente um 'bom futuro'. Pelo contrário, essa constante preocupação acaba por gerar várias visualizações desse futuro e nos faz perguntar se estamos agindo certo no presente. E se realmente devemos prosseguir. Parece piração mas acredito mesmo nisso, e acho meio difícil que se consiga mudar de grupo. Já tentei fazer isso. Nossa mente não deixa e pode até nos castigar depois. xD