5.11.08

A Luz Que Não Se Apaga... Infelizmente.

Durante a noite, os demônios fazem a festa, não é o que dizem? [não, eu que tirei isso da cabeça...]
Fazem a festa em minha mente.
Enquanto meu corpo jaze inerte sobre a cama entre as cobertas, minha mente parece entrar em transe e se transporta para um mundo à parte.
Lúcidos e incoerentes pensamentos percorrem-me por uma infinidade de assuntos, dos quais poucos fazem sentido e mal me lembrarei na manhã seguinte.
Vozes inquietas perturbam-me misturando passado, presente e futuros diversos e difusos.
Cenas do que fiz, do que pretendo fazer e do que me arrependo de não ter feito seguem-se na frente de meus olhos.
Parece um longo filme nonsense sem previsão de ter um fim.
As horas passam e a jornada continua. O corpo reclama, a cabeça dói, os olhos ardem...
...mas a mente não se importa. Continua acesa, ligada no último volume de um incômodo som insônico dolby-surround.
A cidade lá fora, parcialmente quieta. Carros cortam a noite e murmúrios longínquos interrompem o silêncio. A cidade, carros e vozes, com certeza, não adormecidos.
Mas nem tão acordados quanto a minha mente.
Uma luz insistente que não se apaga.
Uma luz irritante e perturbadora que produz mais sombra do que o normal.
Ah, O normal. O estado perfeito e entendível das coisas. O patamar que não alcançarei, mas que já não me importo mais em possuir.
As horas continuam a passar, mas a maldita luz permanece acesa.
Dormir para quê?!
Como diria aquele velho vilão do cinema: "Dormir é para os fracos."
E dá-lhe mais torpor...

3 comentários:

Rafa disse...

Gostei da expressão "jaze inerte", parece algo meio que cifrado cara, pode espera que eu vou escrever alguma coisa e vai pairar no meio do texto.

Esse texto deve se referir às longas madrugadas de internet AUHASUIAUHSIAHSIUAHSAHSU
E o tal do dolby surround devem ser os fones de ouvido
ASASIUHAUISHAUISHAUSIHAUIH
Tem que dormir rapaz!
Acho que sou fraco mesmo cara, eu não aguento ficar um dia inteiro acordado, ontem eu tentei e na primeira oportunidade que tive cochilei... que vergonha ¬¬

Muito bem digitado o texto e coerente, isso me faz lembrar do Enade no fds :( (perguntas interpretativas,queria que fossem retóricas auishauih)

perae não é uma referência hein?
ao bright eyes, "light that never goes dope"? ou alguma outra banda...

ah e meu post é sobre o vocalista e compositor do Dashboard :)
a imagem é dele
eu peguei alguns trechos de músicas
falei de mim
ficou bem legal...

Dashboard Confessional = Painel de Confissões hein hein?

abraço

Jônatas Santos disse...

Adorei o texto! Parabéns!
As vezes ecos infindáveis brotam do meu eu. Isso me incomoda como o mais insupotável som. As vezes eles me são inúteis, mas as vezes só eles pra me contarem o que realmente se passa lá no fundo do meu eu mais secreto!
Enquanto a dormir... mando todas as vozes pros quintos do inferno. Ao contrário do que você citou: Não dormir que me faz fraco!

somebody disse...

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