Parece que o espaço-tempo para, ou se acelera, impedindo que o presente fique claro e nítido o suficiente. Porque ao visualizar o futuro, totalmente nublado, percebe-se a falta de algo que o conecte ao presente que se constrói no aqui e no agora.
Os caminhos que percorremos agora nos levam à realidade de algo que desconhecemos mas que, um dia, se tornará o presente.
De tempos em tempos, a vida parece parar e as coisas todas que te aconteceram, listam-se à sua frente.
As coisas boas e ruins.
Pra se saber o que é bom repetir no futuro, e o que é melhor deletar e nunca mais tentar.
Como aqueles fins de temporada de seriados.
Momentos decisivos de alguns personagens que amamos, odiamos e conhecemos a vida de trás pra frente e sempre nos surpreendem.
Fins de temporada vêm e vão com uma certeza de que haverá uma próxima temporada a se esperar, porém, afinal, sempre existe um novo começo.
Sempre existe uma nova temporada.
Os cenários e personagens quase sempre mudam, mas a história em si mantém-se na direção de um próximo amanhecer. Às vezes, parece que vejo a mim mesmo como se há quatro, cinco temporadas fosse uma outra pessoa, com conceitos e ideais deturpados e totalmente diferentes do que existe hoje.
Isso me assusta.
O quanto sou diferente do que fui e o quanto mudarei daqui a alguns períodos adiante?
Enquanto tantas pessoas exaltam sua essência, seu caráter, me perco em características mutáveis que me impedem de definir o que se mantém em mim, tempo após tempo.
Tempo este que se esvai, vai e volta, nesses lapsos de pensamento em que tudo isso parece entrar de uma vez só dentro da cabeça.
Tensos lapsos do espaço-tempo.
25.8.10
15.8.10
Distração
Acho que desenvolvi um certo problema de atenção.
Tipo aquelas criancinhas com DDA [distúrbio déficit de atenção] que ficam alheias ao mundo [diga-se aulas] acontecendo ao redor.
Se bem que, não duvido que seja apenas um método [simples e cruel] que minha mente desenvolveu para evitar que eu continue fazendo 587668 coisas ao mesmo tempo, como eu me acostumei tanto a fazer. Já não foram poucas vezes que me surpreendi sem conseguir digitar e falar ao mesmo tempo, e isso me preocupa.
Se bem que é importante frisar que sempre fui do tipo "distraído", mas acho que evolui para um nível acima e, bom, difícil dizer...
Enquanto o semestre, ainda no começo, vai acelerando em direção à um número recorde de aulas, parece que a tendência das coisas é ficar cada vez mais complicadas e o tempo escasso fica fugindo das coisas que temos prazer em perder tempo.
Ou ganhar tempo, o que seria mais certo de dizer...
Vamos ver o que será da minha distração quando as coisas apertarem e será mais do que necessário fazer trocentas coisas ao mesmo tempo...
Quem sabe são os altos índices de stress, né? =P
Tipo aquelas criancinhas com DDA [distúrbio déficit de atenção] que ficam alheias ao mundo [diga-se aulas] acontecendo ao redor.
Se bem que, não duvido que seja apenas um método [simples e cruel] que minha mente desenvolveu para evitar que eu continue fazendo 587668 coisas ao mesmo tempo, como eu me acostumei tanto a fazer. Já não foram poucas vezes que me surpreendi sem conseguir digitar e falar ao mesmo tempo, e isso me preocupa.
Se bem que é importante frisar que sempre fui do tipo "distraído", mas acho que evolui para um nível acima e, bom, difícil dizer...
Enquanto o semestre, ainda no começo, vai acelerando em direção à um número recorde de aulas, parece que a tendência das coisas é ficar cada vez mais complicadas e o tempo escasso fica fugindo das coisas que temos prazer em perder tempo.
Ou ganhar tempo, o que seria mais certo de dizer...
Vamos ver o que será da minha distração quando as coisas apertarem e será mais do que necessário fazer trocentas coisas ao mesmo tempo...
Quem sabe são os altos índices de stress, né? =P
2.8.10
Ventos Sob a Mente
Ventos de 200km/h zumbem dentro da minha cabeça misturando as "coisas-fora-do-lugar" com as "coisas-sem-lugar-definido" na confusão da minha mente. Quando o que preciso é de uma certa calmaria, dá pra sentir tudo se debatendo, buscando um turbilhão incontrolável e independente da minha vontade.
A consciência de que você tem certeza que não feriu ninguém e ninguém mais te feriu deveria ser algo reconfortante, mas não é. Algo que havia buscado à tantos custos e que no fim parece ser inútil. Seu coração e sua mente podem estar "bem", podem estar funcionando nos parâmetros básicos, podem estar dentro dos eixos, mas algo simplesmente está fora do lugar.
O lado bom de se sentir tão desligado de tudo e todos é que sua mente age como se fosse totalmente livre. Os pensamentos desprendem-se de conceitos determinados e você simplesmente existe, dentro e fora de sua mente, do modo que melhor desejar.
Tais ventos deslocam-se, de um lado para outro, fazendo os pensamentos flutuarem a esmo, em ondas desconhecidas mas libertas.
Ah, às vezes âncoras são mais do que necessárias...
A consciência de que você tem certeza que não feriu ninguém e ninguém mais te feriu deveria ser algo reconfortante, mas não é. Algo que havia buscado à tantos custos e que no fim parece ser inútil. Seu coração e sua mente podem estar "bem", podem estar funcionando nos parâmetros básicos, podem estar dentro dos eixos, mas algo simplesmente está fora do lugar.
O lado bom de se sentir tão desligado de tudo e todos é que sua mente age como se fosse totalmente livre. Os pensamentos desprendem-se de conceitos determinados e você simplesmente existe, dentro e fora de sua mente, do modo que melhor desejar.
Tais ventos deslocam-se, de um lado para outro, fazendo os pensamentos flutuarem a esmo, em ondas desconhecidas mas libertas.
Ah, às vezes âncoras são mais do que necessárias...
6.7.10
Oficina do Diabo
Queria poder vir aqui e dizer algumas coisas interessantes.
Exaltar o fim do semestre e o começo do último ano.
Bendizer o ócio maldito que têm se iniciado.
Ou mesmo vir reclamar mais um pouco dos excessivos deveres e obstáculos desse período que passou. Mas não.
Não tenho vontade ou ânimo ou razões pra fazer quaisquer das ações citadas acima.
Parece que quando não sobra mais nada capaz de te fazer ir pra frente mais alguns passos ou erguer-se contra o sol em uma nova manhã, as coisas perdem um pouco de sua cor habitual.
Estranho como todo santo dia insiste em parecer e se tornar igual e todas as simples coisas se repetem num ciclo vicioso odiável.
"Odiável" talvez seja a palavra mais recorrente nesses pensamentos diabólicos que persistem mas, claro, sempre com um sorriso bobo no rosto.
Numa solidão inquietante, parece que tudo anda bem mais devagar e bem mais rápido do que o normal. Aquelas tais forças que habitualmente me faziam insistir em correr atrás de algo bom já se esgotaram e tenho minhas dúvidas se se reerguerão tão cedo.
Enfim, às vezes parece que o ócio realmente é a Oficina do Diabo.
Exaltar o fim do semestre e o começo do último ano.
Bendizer o ócio maldito que têm se iniciado.
Ou mesmo vir reclamar mais um pouco dos excessivos deveres e obstáculos desse período que passou. Mas não.
Não tenho vontade ou ânimo ou razões pra fazer quaisquer das ações citadas acima.
Parece que quando não sobra mais nada capaz de te fazer ir pra frente mais alguns passos ou erguer-se contra o sol em uma nova manhã, as coisas perdem um pouco de sua cor habitual.
Estranho como todo santo dia insiste em parecer e se tornar igual e todas as simples coisas se repetem num ciclo vicioso odiável.
"Odiável" talvez seja a palavra mais recorrente nesses pensamentos diabólicos que persistem mas, claro, sempre com um sorriso bobo no rosto.
Numa solidão inquietante, parece que tudo anda bem mais devagar e bem mais rápido do que o normal. Aquelas tais forças que habitualmente me faziam insistir em correr atrás de algo bom já se esgotaram e tenho minhas dúvidas se se reerguerão tão cedo.
Enfim, às vezes parece que o ócio realmente é a Oficina do Diabo.
21.6.10
O Carvalho & O Capim
Há umas postagens atrás, falei de meu carrossel desgovernado.
Bem, não quero de jeito nenhum dizer que não gosto da agitação, do stress, da movimentação.
Por um lado, odeio muito o marasmo, o tédio. Aliás, tédio é algo que não conheço. Sempre, sempre mesmo, acho algo pra fazer.
Engraçado isso.
Acho que o problema do tal carrossel nem seja a velocidade com que ele têm girado, e sim a quantidade de coisas e pessoas que se acumulam dentro dele. Sei lá.
"Tudo tem limite", como dizem.
Sou daqueles que não consegue se desligar, então, até certo ponto, gosto muito da agitação infernal do fim do semestre. Porém, enquanto os demais sempre se arrastam durante todo o fim do semestre, eu sigo forte até determinado ponto, porque depois desse determinado ponto, eu acabo.
Capoto. Desligo. Acaba a força geral. E não religo, impossível.
Sempre que penso nisso, lembro de dois conceitos muito interessantes que aprendi há algum tempo: Resistência e Resiliência. E como exemplo [clássico, por assim dizer] teríamos o Carvalho e o Capim. Agora imaginem.
O Carvalho é forte, bem preso ao chão por robustas raízes, alto, imponente, etc e tal, enquanto o Capim é pequeno, com raízes curtas, mole, flexível, minúsculo, etc e tal.
Qualquer vento balança o Capim, de um lado para outro, o tempo todo, porém, resiliente, ele sempre volta à posição inicial. Enquanto o vento não faz o menor efeito sobre o Carvalho, que permanece de pé, resistente. Todo mundo já deve ter visto isso.
Agora, quando um temporal se aproxima, os ventos aumentam de intensidade, a chuva precipita impetuosamente e raios, invariavelmente, caem.
Qual deles sobrevive então? O Capim, claro. Resiliente.
Tempestades e grandes provações sempre derrubam os carvalhos, causando grandes prejuízos, enquanto o capim sempre permanece ali. Uma hora ou outra, com a devida força, os resistentes [carvalhos] sempre caem.
A lição disso tudo?
É, eu sou o Resistente. ["E você?" eu diria.. HAHA]
Resisto sempre com todas as forças aos obstáculos e tudo mais, às vezes por longos períodos, mas quando caio. Caio, de vez.
Enfim, já foi muito desse post. Conclusões nubladas e tempestuosas... HAHA
E você, resiliente ou resistente? =P
Bem, não quero de jeito nenhum dizer que não gosto da agitação, do stress, da movimentação.
Por um lado, odeio muito o marasmo, o tédio. Aliás, tédio é algo que não conheço. Sempre, sempre mesmo, acho algo pra fazer.
Engraçado isso.
Acho que o problema do tal carrossel nem seja a velocidade com que ele têm girado, e sim a quantidade de coisas e pessoas que se acumulam dentro dele. Sei lá.
"Tudo tem limite", como dizem.
Sou daqueles que não consegue se desligar, então, até certo ponto, gosto muito da agitação infernal do fim do semestre. Porém, enquanto os demais sempre se arrastam durante todo o fim do semestre, eu sigo forte até determinado ponto, porque depois desse determinado ponto, eu acabo.
Capoto. Desligo. Acaba a força geral. E não religo, impossível.
Sempre que penso nisso, lembro de dois conceitos muito interessantes que aprendi há algum tempo: Resistência e Resiliência. E como exemplo [clássico, por assim dizer] teríamos o Carvalho e o Capim. Agora imaginem.
O Carvalho é forte, bem preso ao chão por robustas raízes, alto, imponente, etc e tal, enquanto o Capim é pequeno, com raízes curtas, mole, flexível, minúsculo, etc e tal.
Qualquer vento balança o Capim, de um lado para outro, o tempo todo, porém, resiliente, ele sempre volta à posição inicial. Enquanto o vento não faz o menor efeito sobre o Carvalho, que permanece de pé, resistente. Todo mundo já deve ter visto isso.
Agora, quando um temporal se aproxima, os ventos aumentam de intensidade, a chuva precipita impetuosamente e raios, invariavelmente, caem.
Qual deles sobrevive então? O Capim, claro. Resiliente.
Tempestades e grandes provações sempre derrubam os carvalhos, causando grandes prejuízos, enquanto o capim sempre permanece ali. Uma hora ou outra, com a devida força, os resistentes [carvalhos] sempre caem.
A lição disso tudo?
É, eu sou o Resistente. ["E você?" eu diria.. HAHA]
Resisto sempre com todas as forças aos obstáculos e tudo mais, às vezes por longos períodos, mas quando caio. Caio, de vez.
Enfim, já foi muito desse post. Conclusões nubladas e tempestuosas... HAHA
E você, resiliente ou resistente? =P
13.6.10
Fim de LOST :/
O fim veio e se foi e eu demorei a escrever algo sobre.
Fim de LOST, quero dizer... ^^/
Não quero de modo algum espalhar spoilers [quem me conhece sabe que odeio isso!] mas sentia, sabia, pressentia que eu devia escrever algo aqui no blog.
Tenho certeza que sou uma das poucas pessoas que conheço que curtiu tanto esse seriado.
E uma das mais poucas ainda que gostou do modo como tudo acabou.
No fundo, acho que eu já tinha uma certa convicção de que algo parecido ocorreria, nas temporadas anteriores cheguei a "prever" algumas coisas que aconteceram posteriormente e, por essa razão, o fim me chateava tanto.
Com o que iria gastar meu tempo de teorias e conspirações absurdas?!
Enfim, só queria deixar expresso em algum lugar além das minhas memórias o quanto Lost vai [e já está a] me fazer falta... =P
Fim de LOST, quero dizer... ^^/
Não quero de modo algum espalhar spoilers [quem me conhece sabe que odeio isso!] mas sentia, sabia, pressentia que eu devia escrever algo aqui no blog.
Tenho certeza que sou uma das poucas pessoas que conheço que curtiu tanto esse seriado.
E uma das mais poucas ainda que gostou do modo como tudo acabou.
No fundo, acho que eu já tinha uma certa convicção de que algo parecido ocorreria, nas temporadas anteriores cheguei a "prever" algumas coisas que aconteceram posteriormente e, por essa razão, o fim me chateava tanto.
Com o que iria gastar meu tempo de teorias e conspirações absurdas?!
Enfim, só queria deixar expresso em algum lugar além das minhas memórias o quanto Lost vai [e já está a] me fazer falta... =P
See you in another life, brotha!
4.6.10
Mais Um Ano
Por mais estranho que me possa parecer, chegar aos vinte-um não é tão diferente do que ter os vinte.
Sei lá, acho que já cheguei naquele ponto em que mal consigo separar como foi minha vida antes ou depois de tal idade...
O fato é que sentir os vinte-um me parece ser equivalente ao que venho sentindo normalmente. Nada anormal.
Como eu queria ter meus vinte-um anos desgarrados, perdido entre ruas de nomes desconhecidos e rostos não convidativos, mas sinceros.
Porque eu sempre busquei, depois dessas mais de duas décadas de vida, as coisas que, no fundo, eu já devia saber que não poderia ou conseguiria ter.
Parece ter sido mesmo apenas o sofrimento por si só.
E pronto.
Às vistas ao redor busco algo mais. Mas nem mesmo me encontro na maior parte das vezes.
Tento guiar-me dentro da escuridão enquanto a luz continua a cegar lá fora.
Recolher-me aqui dentro deve ser a melhor opção, pelo menos por ora.
Já foram mais de duas décadas caçando algo que eu já devia saber, no fundo, que seria muito difícil, quase impossível de encontrar.
Por vezes, pensei ter encontrado, mas era tolice. Doce ilusão que só me empurrou mais fundo e adiante nessa busca insensata por algo desconhecido.
Garanto a mim mesmo que nada mais vai acontecer.
Prometo. Cumpro.
Mas as coisas demorar a mudar, ou nem mudam, vai saber...
Eu queria poder ter a certeza de que as coisas se acertariam de algum modo, garantir que a quantidade de esforço despreendido, me fosse retornado.
Ter a certeza de que as coisas e pessoas pelas quais me dedico são realmente o melhor pra mim.
Porém, tudo o que tenho é a incerteza. Odeio a incerteza.
Mais um ano passado e o passado ainda parece ter que me ensinar algo que me recuso a aprender.
Depois de mais de duas décadas vivendo uma vida que sempre pareceu escrita pra outro alguém, no fundo, eu já devia saber que o melhor sempre ainda está por vir.
Assim como o pior.
Assim como o desconhecido.
E no fim, só me resta seguir mesmo... ^^/
Sei lá, acho que já cheguei naquele ponto em que mal consigo separar como foi minha vida antes ou depois de tal idade...
O fato é que sentir os vinte-um me parece ser equivalente ao que venho sentindo normalmente. Nada anormal.
Como eu queria ter meus vinte-um anos desgarrados, perdido entre ruas de nomes desconhecidos e rostos não convidativos, mas sinceros.
Porque eu sempre busquei, depois dessas mais de duas décadas de vida, as coisas que, no fundo, eu já devia saber que não poderia ou conseguiria ter.
Parece ter sido mesmo apenas o sofrimento por si só.
E pronto.
Às vistas ao redor busco algo mais. Mas nem mesmo me encontro na maior parte das vezes.
Tento guiar-me dentro da escuridão enquanto a luz continua a cegar lá fora.
Recolher-me aqui dentro deve ser a melhor opção, pelo menos por ora.
Já foram mais de duas décadas caçando algo que eu já devia saber, no fundo, que seria muito difícil, quase impossível de encontrar.
Por vezes, pensei ter encontrado, mas era tolice. Doce ilusão que só me empurrou mais fundo e adiante nessa busca insensata por algo desconhecido.
Garanto a mim mesmo que nada mais vai acontecer.
Prometo. Cumpro.
Mas as coisas demorar a mudar, ou nem mudam, vai saber...
Eu queria poder ter a certeza de que as coisas se acertariam de algum modo, garantir que a quantidade de esforço despreendido, me fosse retornado.
Ter a certeza de que as coisas e pessoas pelas quais me dedico são realmente o melhor pra mim.
Porém, tudo o que tenho é a incerteza. Odeio a incerteza.
Mais um ano passado e o passado ainda parece ter que me ensinar algo que me recuso a aprender.
Depois de mais de duas décadas vivendo uma vida que sempre pareceu escrita pra outro alguém, no fundo, eu já devia saber que o melhor sempre ainda está por vir.
Assim como o pior.
Assim como o desconhecido.
E no fim, só me resta seguir mesmo... ^^/
Assinar:
Postagens (Atom)
